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Tive há pouco um pensamente (alguns dias). Na vida, nos livros, no cinema, as “personagens”, quando o são, procuram o Elixir da Juventude, da vida eterna mas de que vale? Não seria mais sensato tentar encontrar o Elixir das Relações Humanas? Uma espécie de dicionário líquido – bebível – que nos ensinasse a compreender o próximo. Talvez assim, e confesso que a cor do líquido não é cor-de-rosa em objectivos, evitava-se não só maus entendidos desdobrados em catástrofes “hominídeas” – as guerras, por exemplo. Como tornaria mais longa e sensata a nossa jornada sem a ajuda de soluções gastas, quanto perdidas na própria falta dessa mesma solução.
“O” Barack Obama que se cuide, não me parece que o mundo se torne muito mais seguro depois da Cimeira pela segurança nuclear, apenas mais diplomático em torno de uma causa que sem diálogo não conhecerá o seu termo. Talvez um “shot” do elixir das relações humanas, administrado antes das reuniões “magnas”, não fizesse mal aos nossos líderes, porque os filmes e os livros já nos ensinaram o que encontra quem se arma em Indiana Jones.
No Irão Ahmadinejad responde aos EUA com uma conferência também ela nuclear, mas o “nuclear” no meio de tudo isto é perceber se lhe vai surtir efeito o “shot” desde que não lhes/nos saia pela “culatra”.
DGZ

